Velocidade Furiosa 8 ◉ Vale a pena assistir?

O que ver no cinema?
E que tal mais uma Velocidade Furiosa? (ou no Brasil, "Velozes e Furiosos")

Na semana passada tive a oportunidade de ir com o meu melhor amigo dar uma visita ao cinema. Já faz algum tempo, a última vez que meti os meus pés na sala de cinema foi para ver a Moana em Novembro de 2016! Por isso já faz alguns meses.

Eu sou uma grande apaixonante pelos filmes da saga da Velocidade Furiosa. E vou ser honesta, filmes com muita acção não são muito o meu estilo; e só comecei a gostar mais destes filmes à poucos anos atrás (há uns 2/3 anos). Cheguei a ver a Velocidade Furiosa 7 ao cinema, também com o meu melhor amigo e mais 3 amigas minhas. Chorei tanto no 7, principalmente mesmo no final quando fizeram uma homenagem ao Paul Walker (que faleceu por ironia, num acidente de carro em 2013). Quando ouvi falar que iam lançar o 8º filme, não fiquei muito convencida. Vamos lá ser sinceros: Fast & Furious não é a mesma coisa sem o Brian O'Conner. É um elemento essencial, ele é a cara metade de todos os filmes; foi basicamente a amizade entre Brian e Toretto que me tornou tão fã da saga. As minhas expectativas foram sempre baixas desde o início; como é que eles vão dar a volta a isto?

Uma amiga minha conseguiu ver o filme antes de eu ter combinado com o meu amigo. Estava à espera de comentários negativos, mas foi o contrário "Está incrível!". A partir daí fiquei muito curiosa; achei mesmo que tinha que ser eu a ver com os meus próprios olhos para chegar a alguma conclusão. Chegou então o dia.

O filme começa em Havana, onde Dom e Letty passam a lua-de-mel. Para iniciar bem a ação, há logo uma corrida de carros no meio da cidade onde, ora nem mais ora nem menos, Dom ganha a corrida com um carro velho. Infelizmente a lua-de-mel torna-se curta quando Dom é abordado pela ciberterrorista Cipher; sendo Dom então coagido a trabalhar com ela.

Sem dar grande alarido sobre o filme, os ingredientes estão quase todos lá presentes: a equipa, o senso de humor do Tej, a antagonista, os carros, etc. O Shawn (que apareceu no filme anterior, volta novamente) Mas há um pequeno twist: o Dom desta vez não está do lado da família (o que corrobora a essência do sétimo filme), mas há uma razão pra isto tudo: Cipher tem a ex-namorada, Elena Neves, e o filho (o qual Dom desconhecia da sua existência) como reféns. O que achei um bocado assim?? Atirado ao ar? Visto que tinha que haver uma razão muito forte para ele trair os amigos, era necessário trazer a ex-namorada e o filho desconhecido.

Vou ser sincera: gostei do filme? Sim. É melhor que o 7º? Não. Está muito longe disso. O 7º é algo que dá um toque especial. Parece mesmo o fim; que a saga acabou, não há que possa tornar aquele final melhor no que ele já é. O 8º é mais um extra; é bom, mas nada fora do normal. Nota-se que houve esforço e dedicação para mostrar que Brian não fazia falta, mas faz. Muita. Afinal estamos a falar do actor principal que esteve presente em todos os outros filmes. É como se eu tirasse o Romeu da história do Romeu e Julieta. A presença dele faz muita falta; o filme tem bastante potencial, mas é inevitável esconder o facto de que há algo que não está lá presente.

Em geral: o filme está incrível. Pensei que ia ser muito pior; mas estava errada. Mas também não foi algo que desse vontade de ir ver novamente ao cinema. Visto que eles ainda vão fazer o 9 e o 10, estou um pouco preocupada com as ideias que irão surgir para estes próximos filmes (sinceramente, o que é que há mais para se resolver?).

Vale a pena ver? Vale. Para um filme onde o Brian não está presente, está incrível.
Mas para um filme da saga em geral? Está ok. Nada de mais. É bom!


Até mais! ~

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